Além de “Uma Quase Dupla”: veja os 10 pares improváveis do cinema

IG Gente | 20/07/2018 08:20:03

Filme que estreou nessa quinta-feira (19) conta com a inusitada parceria de Tatá Werneck e Cauã Reymond. Confira outros pares surpreendentes:

Nessa quinta-feira (19) estreou no cinema “Uma Quase Dupla”, filme estrelado pela dupla Tatá Werneck e Cauã Reymond. O que parecia improvável resultou em uma ótima parceria e os dois tem boa química como uma dupla de policiais.

Além deles, porém, a sétima arte está repleta de duplas que tinham tudo para não fazer sentido, mas que no final foram uma boa ideia. Por isso, listamos as 10 melhores parcerias improváveis do cinema. Confira:

"A Forma da Água" leva o conceito de “o amor supera tudo” as últimas consequências. A solitária Elisa (Sally Hawkins) se apaixona por um ser anfíbio encontrado na Amazônia e analisado em um laboratório secreto nos EUA. Ela então decide ir as últimas consequências para viver seu grande amor e libertar o ser aquático. Parece loucura, mas essa história de amor ganhou até um Oscar este ano.

Drax (Dave Bautista) é incapaz de entender ironia e leva tudo ao pé da letra. Ele também não tem muitos traquejos sociais e acaba falando o que não deve. Por isso, quando ele cruza o caminho de Mantis (Pom Klementieff), que consegue ler sentimentos, ele é incapaz de se conter. Além de rir das situações mais constrangedoras, ele insiste em dizer que ela é horrorosa, mas tem bom coração. Os dois, além de bons amigos, acabam se tornando parceiros de briga e até um estranho clima de romance surge entre eles.

Jim Carrey é mais conhecido pelo seu lado cômico, mas ele sempre se superou nos dramas e em “Brilho Eterno” não é diferente. Winslet, por outro lado, é conhecida justamente por sua veia dramática, e faz uma personagem bem diferente, em crise no amor e com o cabelo sempre de uma cor diferente. Com um histórico de carreira tão distinto, era de se imaginar que a dupla talvez não funcionasse, mas o que aconteceu foi o oposto. E eles fazem um dos pares românticos mais memoráveis do cinema.

Kendrick é 12 anos mais nova do que Rockwell, e faz longas onde sua personagem é sempre a “jovem mulher”. Em “Mr. Right” não é diferente, com o porém de que ela se envolve com um homem mais velho que, ela descobre depois, é um matador de aluguel. Os dois também parecem não fazer muito sentido juntos, mas o bom timing pra comédia de ambos faz de sua parceria um acerto.

Kuzco é um imperador egoísta que só quer saber da vida boa e não está nem aí para o seu reino. Pacha é um pobre camponês que só quer ter uma vida digna ao lado da família. Por um azar do destino, Kuzco, transformado em lhama, é colocado no caminho de Pacha e os dois tem que enfrentar juntos a vilã Izma. O filme acaba esquecido nas listas de melhores da Disney, mas é um dos mais divertidos e diferentes, além de trazer essa combinação nada usual.

Jackie Chan é um dos maiores nomes do cinema de ação, e a principal estrela chinesa a brilhar em Hollywood. Mas, ao ser combinado com Chris Tucker, mais habituado às comédias, algo poderia não funcionar. Mas é justamente a diferença de estilos que faz a combinação dos dois funcionar em “A Hora do Rush”, que foi um sucesso tão grande que ganhou duas continuações.

Dizer que “Crepúsculo” deu certo pode ser questionável, mas a maior rivalidade do filme, entre vampiros e lobisomens, logo se tornou uma inusitada combinação de forças para derrotar um inimigo em comum. Apesar das brigas e do instinto que os coloca em lados opostos, eles acabam fazendo uma boa combinação na batalha, quando é necessário.

Quem diria que seria possível plantar batatas em marte? É isso que Mark Watney (Matt Dammon) faz quando se vê sozinho no planeta. Fazer um filme com um personagem que não pode interagir não é fácil e a solução foi mostrar os vídeos do astronauta tentando sobreviver, enquanto cuidava das batatas que lhe dariam a sustância necessária para não morrer. Impressionado com seu próprio feito, Watney não cansa de se vangloriar de suas batatas.

Um jovem e falador aventureiro e um senhor solitário e amargurado. Eles não parecem ter tanto em comum, mas quando embarcam juntos sem querer em uma viagem, acabam obrigados a conviver um com o outro, e acabam descobrindo um mundo novo, com cachorros falantes, animais raros e um inimigo as ser derrotado.

O pequeno Russel é impulsivo e deixa Carl enlouquecido, mas eles acabam descobrindo juntos um novo conceito de família e se ajudam quando é mais necessário.

Kay (Tommy Lee Jones) trabalha para uma agência secreta do governo cujo propósito é eliminar alienígenas que tentam invadir a Terra. Discreto, ele trabalha melhor sozinho, mas acaba sofrendo a interferência de Jay (Smith), um policial que acaba entrando para o time e não poderia ser mais diferente dele. Enquanto Smith é conhecido pelo seu carisma, Tommy tem uma eterna cara de mau-humor e só esse contraponto já os colocaria na lista de duplas improváveis.

Mas, mesmo com as diferenças eles conseguem trabalhar em equipe (depois de algumas brigas) e acabam formando uma das duplas mais improváveis e divertidas do cinema.  

Fonte: IG Gente

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