Como "John Wick" se tornou a principal franquia de ação do cinema moderno

Reinaldo Glioche | 16/05/2019 04:35:11

John Wick está de volta aos cinemas e seu reinado no topo do cinema de ação não dá pistas de estar próximo do fim. Entenda o porquê do sucesso

Não é nenhum segredo que o cinema de ação mudou com o passar dos anos. Aqueles filmes cascudos que fizeram a fama de astros como Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis nos anos 80 até ensaiaram um revival em tom de paródia com a franquia “Os Mercenários”, mas a verdade é que em um gênero dominado por heróis e fantasias esse tipo de ação parece não ter mais espaço.

Justamente por isso chama a atenção o impacto cultural provocado por John Wick, o talentoso assassino vivido por Keanu Reeves na franquia homônima. Diferentemente de “Velozes e Furiosos”, que foi se transformando com o tempo e hoje contempla um inesperado multiverso com a chegada de “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” em agosto, essa franquia, tão acidental quanto a dos carros tunados, consegue materializar o melhor do cinema dos anos 80 e 90 com a linguagem moderna do gênero.

O terceiro filme da franquia, que estreia nesta quinta-feira (16), ratifica esse momento singular. Eis uma série barata, se comparada tanto com o universo cinematográfico da Marvel como com “Velozes e Furiosos” e altamente lucrativa. Devolveu a Keanu Reeves o pedigree de astro de um produto que depende essencialmente dele  - e não são todos os astros hollywoodianos que podem se gabar disso atualmente – e angaria fãs a cada novidade.

Quando falamos de John Wick, novidade é a ordem do dia. Além de um quarto filme já garantido por Chad Stahelski, o ex-dublê responsável pela direção dos três primeiros, o personagem deve gerar um game e uma série de TV sobre o hotel Continental (que serve como base e refúgio para assassinos em diversas partes do mundo).  Esses são sintomas de sucesso e o personagem ainda tem fôlego para muito mais.

Fonte: IG Gente