ALERGIA AO BILAU

Mulher faz sexo sem preservativo e quase vai a óbito devido a reação alérgica

Jornalista Jonas Jozino | 09/11/2019 05:18:27

Como resultado, os especialistas do Sinai Hospital disseram que a anafilaxia foi causada por conta de uma transferência da nafcilina através do sêmen . O caso, que acredita-se ser o terceiro do gênero já registrado, foi publicado no The American Journal of Medicine .

Uma mulher, de 46 anos, da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, sofreu uma reação alérgica e quase morreu depois de fazer sexo sem preservativo com o marido. Uma hora depois da relação sexual, ela começou a suar profundamente, teve tontura, além de sofrer com quadros de diarreia.

Quando os sintomas pioraram, ela foi levada ao hospital. No local, ela revelou ter alergia à penicilina, mas negou ter tomado o antibiótico antes de fazer sexo ou ingerido alimentos incomuns. Após exames, os médicos descobriram que seu marido tinha ingerido nafcilina - uma forma de penicilina - para tratar uma infecção.

De acordo com o Daily Mail , a mulher, no caso, teve um choque anafilático, uma reação do sistema imunológico a uma substância que considera prejudicial. A reação alérgica grave faz com que a pressão arterial caia de forma repentina e as vias aéreas do paciente ficam mais estreitas, bloqueando a respiração.

Como resultado, os especialistas do Sinai Hospital disseram que a anafilaxia foi causada por conta de uma transferência da nafcilina através do sêmen . O caso, que acredita-se ser o terceiro do gênero já registrado, foi publicado no The American Journal of Medicine .

Como parte do tratamento, a mulher recebeu uma dose de adrenalina. Os sintomas da reação alérgica melhoraram em 24 horas e ela conseguiu sair do hospital. Os médicos ainda informaram para ela não fazer sexo com o marido por pelo menos uma semana depois que ele terminar o tratamento com antibióticos.

Médicos disseram que penicilinas, assim como outros antibióticos, são conhecidas por se concentrarem no sêmen humano e podem ser absorvidas pela vagina. Eles agora pedem que médicos e farmacêuticos estejam cientes dos riscos potenciais de prescrever medicamentos às pessoas se seus parceiros tiverem alergias.