FOI CRUELMENTE ASSASSINADA

Corpo de professora, que estava sumida, é encontrado em matagal

Jornalista Jonas Jozino | 08/02/2019 06:29:20

Corpo de professora que estava desaparecido é encontrado em matagal; ex-namorado já está preso

Fim do mistério. A professora Rosangela Silva, 32 anos, está morta. Seu corpo foi encontrado na noite desta quinta-feira, em um matagal às margens da rodovia estadual MT-249, na cidade de Nova Mutum. O suspeito do bárbaro crime é seu ex-namorado Alessandro Lautenschlager, 31 anos, preso na semana passada na cidade de Fox do Iguaçu, no Paraná. Em depoimento, realizado naquele Estado, ele se recusou a falar dos últimos momentos que teve com a professora e revelar o seu paradeiro, alegando que não iria construir provas contra ele mesmo.

Desaparecida há 14 dias, o fim do sumiço da professora, aconteceu na noite desta quinta-feira quando populares, sentindo um cheiro ruim, avistaram o corpo. A Polícia Civial foi chamada ao local, na estrada que dá acesso a São José do Rio Claro e constataram que o corpo era mesmo da professora. Rodrigo Costa Rufato, delegado da Polícia Civil de Nova Mutum foi quem deu a noticia, baseado em informações prestada pela família. “Está confirmado que é ela”, afirmou.

Peritos da Politec de Sorriso foram ao local fazer as análises e demais procedimentos. O próximo passo é identificar como Rosangela foi assassinada.

Segundo investigadores, que acompanharam por mais de cinco horas todo o procedimento até a liberação do corpo pelo IML, além das roupas que ela usava quando desapareceu e que foram descritas pelos familiares, ela tinha o relógio. Além disso, alguns familiares foram ao local onde comprovaram que o corpo era mesmo da professora.

Havia lixo doméstico e caixas de papelão próximos ao corpo.

“Além da situação de fuga formalizada por meio de depoimento, deixou o carro na casa dos pais e desapareceu. Além disso, em meio aos depoimentos e declarações encontramos elementos que comprovam que ele matou a Rosângela. Já é possível afirmar que ele cometeu esse crime”, disse, anteriormente, o delegado Rodrigo Rufato, que pediu ao judiciário sua prisão.