SEM ESCALONAMENTO

Mauro Mendes diz que a partir de junho acaba escalonamento de salários

Redação 24 Horas News | 15/04/2019 10:35:58

Outro assunto abordado no programa foi com relação ao escalonamentos de salários dos servidores da administração direta e indireta do executivo. Ele garantiu que a partir de junho já haverá condições para o Estado passar a pagar integralmente os salários.

“Já demitimos três mil servidores comissionados e garantimos uma substancial economia para Mato Grosso”. Com esta frase, o governado Mauro Mendes (DEM), disse nesta segunda-feira, durante participação no programa radiofônico Chamada Geral, da Mega FM, que está cumprindo sua promessa de enxugar a máquina e deixar o Estado em condições de sair da crise.

Segundo o governador disse que as exonerações já ocorreram em diferentes áreas do Estado, órgãos e autarquias onde as demissões ocorreram. Lembro ainda que a medida faz parte do ajuste fiscal “Pacto por Mato Grosso”, que propõe uma série de ações econômicas para reduzir o déficit das contas públicas que, segundo os cálculos do Governo, chega a R$ 3,9 bilhões entre dívidas restos a pagar.

“Tenho certeza de que com essas ações, nos próximos quatros anos, nós teremos um Estado enxuto, com capacidade de endividamento, que honre os compromissos com os fornecedores e que no final de cada mês a despesa, pelo menos, seja igual a receita”, frisou o governador ao acrescentar que com as finanças mais equilibradas o Estado terá capacidade de fazer investimentos sociais.

Outro assunto abordado no programa foi com relação ao escalonamentos de salários dos servidores da administração direta e indireta do executivo. Ele garantiu que a partir de junho já haverá condições para o Estado passar a pagar integralmente os salários.

Segundo Mauro Mendes, isso será possível com a aprovação do empréstimo dolarizado junto ao Banco Mundial, no valor de mais de R$ 1 bilhão, com objetivo de pagar a dívida pública que foi renegociada pelo ex-governador Silval Barbosa, em 2012, para financiar as obras da Copa do Mundo de 2014.

A medida já foi autorizada pela Assembleia Legislativa e agora passará por avaliação do Tesouro Nacional, aprovação no Senado Federal e depois segue para a sanção presidencial.